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Dicas

O uso do óculos de sol

A exposição excessiva ao sol é causa de uma série de problemas. Embora essa exposição sistemática dos olhos aos raios UV esteja na origem de problemas como a catarata, a degeneração macular, o pterígio e a fotoceratite, ainda são poucas as pessoas que reconhecem esses riscos, é o que afirmam as pesquisas.

É mais comum as pessoas associarem a exposição aos raios UV a problemas de pele, mas a proteção aos olhos é essencial para pessoas que exercem atividades ao ar livre. Assim como a exposição ao sol acelera o envelhecimento da pele, o mesmo acontece com os olhos.

A catarata, opacificação do cristalino, está no topo dos problemas, sendo responsável por 47% dos casos de cegueira entre os brasileiros. São 120 mil novos casos registrados anualmente. O único tratamento é cirúrgico, com a substituição do cristalino natural por uma lente intraocular.

Mais agressiva ainda é a degeneração macular, principal causa da cegueira definitiva, relacionada à morte das células da mácula, que é a parte central da retina, responsável por distinguir os detalhes.

Como os óculos de sol ajudam a proteger os olhos

Pessoas que ficam muito tempo expostas ao sol podem adotar como proteção o uso de viseiras, chapéus e bonés, mas esses artigos só bloqueiam 50% dos raios UV.

A melhor solução são os óculos escuros. Além de bloquear os raios UV em até 90%, protegendo os olhos das doenças, eliminam o desconforto causado pelos raios solares. Na hora de adquirir um óculos de sol, o consumidor deve verificar se o rótulo identifica o nível de proteção.

Além da proteção contra os raios UV, os óculos escuros funcionam como anteparo a poeira e outros elementos trazidos pelo vento, que danificam a córnea.

Cuidados ao escolher seu óculos de sol

Apesar dos benefícios, muito além dos atributos de moda e estilo, trazidos pela utilização dos óculos à saúde, é preciso tomar cuidado na hora de escolher os seus.

É bem verdade que um óculos de sol não é um artigo barato, mas isso está relacionado precisamente aos processos de produção e aos benefícios entregues pelo produto, sem contar com o valor da marca, design e durabilidade, mas, sobretudo, em função da lente, que é o principal e o que realmente protege os olhos.

Óculos que não passam pelo processamento correto e não atendem aos requisitos de produção, em outras palavras, os óculos piratas, simplesmente não protegem os olhos contra os raios solares, apesar de proporcionarem algum conforto, o que faz com que os olhos fiquem mais expostos, uma vez que as pupilas não reagem à claridade, num movimento de contração, que é uma autodefesa. Sem a percepção da claridade, as pupilas permanecem dilatadas e ficam mais expostas aos raios UV, que não são contidos pelas lentes falsificadas e sem certificação. Em outras palavras, elas filtram a luz ambiente, mas não protegem os olhos.

Não quer dizer que o consumidor deva procurar exclusivamente os óculos mais caros, cujo preço está mais associado, como já dito, ao prestígio da marca e outros atributos. Quanto à proteção, ela pode ser obtida com óculos mais baratos, entre R$ 100,00 e R$ 200,00, por exemplo.

O importante é que o consumidor compre os óculos de fontes confiáveis, que se certifique, através da verificação das marcas e etiquetas, se os óculos garantem a proteção contra os raios UV.

Consultar o oftalmologista é uma boa medida, assim como fazer a compra em óticas.

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